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Home Editorias Ciência

“Vacinas sem agulhas” podem revolucionar a distribuição de medicamentos em todo o mundo

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
10 de março de 2020
Reading Time: 4 mins read
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National Cancer Institute / Wikimedia

Cientistas criaram um novo método para estabilizar medicamentos e vírus numa película que não requer refrigeração e pode facilitar imenso o processo distribuição.

Contents
Inspirado em rebuçadosMais benefícios

A corrida começou para identificar uma vacina eficaz para o vírus Covid-19. Uma vez descoberta, o próximo desafio será fabricá-la e distribuí-la pelo mundo.

Um grupo de investigadores garante ter desenvolvido um novo método para estabilizar vírus vivos e outros medicamentos biológicos numa película de rápida dissolução que não requer refrigeração e pode ser administrada por via oral.

Como os ingredientes para fazer a película são baratos e o processo é relativamente simples, isto poderia tornar as campanhas de vacinação muito mais acessíveis. Grandes quantidades podem ser enviadas e distribuídas facilmente, devido à sua forma plana.

Globalmente, as taxas de vacinação melhoraram na última década, mas ainda são muito baixas — 13,5 milhões de crianças não foram vacinadas em 2018. Esta nova tecnologia, publicada recentemente na revista Science Advances, tem o potencial de melhorar drasticamente o acesso global a vacinas e outros medicamentos biológicos.

Stephen C. Schafer

Inspirado em rebuçados

A equipa de investigação começou a desenvolver esta tecnologia em 2007, quando os Institutos Nacionais de Saúde pediram para desenvolver um método de entrega sem agulha e não perecível em prateleiras para uma vacina.

A ideia de desenvolver uma película foi inspirada num documentário sobre como o ADN de insetos e outros seres vivos pode ser preservado durante milhões de anos em âmbar. Isso levou os cientistas a pensar em rebuçados.

Era uma ideia simples, mas ninguém tinha tentado. Por isso, começaram a trabalhar misturando uma variedade de formulações contendo ingredientes naturais, como açúcares e sais, e testando-os quanto à capacidade de formar um rebuçado semelhante a âmbar.

Inicialmente, muitas das tentativas testadas mataram o organismo quando a película se formou ou cristalizou durante o armazenamento, destruindo o vírus ou as bactérias que estavam a tentar preservar. Mas, finalmente, após cerca de 450 tentativas ao longo de um ano, encontraram uma solução.

À medida que ganharam mais experiência com o processo de produção, trabalharam para simplificá-lo, para que não fosse necessário um formação técnica extensiva. Além disso, aprimoraram os ingredientes para que secassem mais rapidamente, permitindo que se fizesse um lote de vacinas pela manhã e o enviasse após o almoço.

A equipa está agora a trabalhar com uma startup para poder lançar esta tecnologia no mercado nos próximos dois anos.

Mais benefícios

Todas as vacinas armazenadas perdem a sua potência ao longo do tempo. A taxa na qual elas fazem isso depende principalmente da temperatura em que são mantidas. Manter as vacinas continuamente refrigeradas é difícil e caro — e em algumas partes do mundo, quase impossível. Portanto, criar uma vacina que possa ser armazenada e transportada à temperatura ambiente é uma enorme vantagem.

A maior inovação deste projeto ocorreu quando estavam a terminar o projeto de vacina contra o Ébola e encontraram películas que continham vírus produzidos há três anos, armazenados num recipiente selado na bancada do laboratório.

Por capricho, os investigadores voltaram a hidratá-la e testaram para determinar se a vacina ainda era capaz de induzir uma resposta imune. Para sua surpresa, mais de 95% dos vírus na película ainda estavam ativos. Atingir este tipo de prazo de validade numa vacina não refrigerada foi surpreendente.

A pegada ecológica deixada pelas campanhas globais de imunização não é frequentemente considerada. A Campanha de Eliminação de Sarampo das Filipinas de 2004, que imunizou 18 milhões de crianças num mês, gerou 19,5 milhões de seringas, ou 143 toneladas de resíduos de objetos cortantes e quase 80 toneladas de resíduos não perigosos — frascos vazios, invólucros de seringas, bonés, cotonetes e embalagens. As implicações para uma campanha maior são significativas.

Esta nova película, por outro lado, pode ser distribuída por profissionais de saúde equipados apenas com um envelope com uma vacina. Uma vez tomada, não deixará vestígios, exceto uma população global saudável.

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