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Home Editorias Ciência

A colisão que originou a Lua pode ter tirado à Terra metade da atmosfera

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
8 de outubro de 2020
Reading Time: 2 mins read
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A Terra poderia ter perdido entre 10 e 60% da sua atmosfera na colisão que se acredita ter formado a Lua, sugere uma nova investigação.

Um novo estudo, publicado no Astrophysical Journal Letters e levado a cabo por cientistas da Universidade de Durham, no Reino Unido, mostra que a Terra pode ter perdido entre 10% e 60% da sua atmosfera na colisão que terá dado origem à Lua.

A equipa realizou mais de 300 simulações em supercomputadores para chegar a esta hipótese. As simulações mostram também as consequências dos diferentes impactos entre corpos rochosos nas suas camadas de gases.

Segundo o EurekAlert, dependendo do tipo de choque, também é possível que um dos objetos espaciais acabe por ganhar atmosfera em vez de perder, principalmente se o encontro for lento e envolver planetas jovens.

As simulações sugerem que um impacto “de raspão” em baixa velocidade causa menor perda de atmosfera do que uma colisão direta e em alta velocidade. No fundo, o modelo dos cientistas britânicos tem o potencial de dar pistas sobre o surgimento do nosso satélite natural, além de auxiliar análises relacionadas com outros eventos astronómicos.

“Elaboramos centenas de cenários para muitos planetas em choque, mostrando os impactos e efeitos variáveis na atmosfera de um planeta dependendo de uma série de fatores, como o ângulo, a velocidade e o tamanho dos objetos”, explicou Jacob Kegerreis, do Instituto de Cosmologia Computacional.

“Apesar de estas simulações não nos dizerem exatamente como surgiu a Lua, os efeitos na atmosfera terrestre podem ser usados para delimitar as diferentes maneiras como o satélite teria sido formado, deixando-nos mais perto de compreender a origem do nosso vizinho celestial mais próximo”, acrescentou.

Os cientistas acreditam que a Lua nasceu há 4,5 mil milhões de anos, após um choque entre a Terra primitiva e um gigante chamado Theia, do tamanho de Marte.

As novas simulações permitiram descobrir que os efeitos sobre a atmosfera dos corpos espaciais dependem diretamente dos detalhes considerados, assim como as mudanças dos objetos em si, que podem ser completamente destruídos no processo.

“Este grande conjunto de simulações planetárias também lança luz sobre o papel dos impactos na evolução de exoplanetas semelhantes à Terra”, acrescentou Luís Teodoro, da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Glasgow.


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