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Home Editorias Ciência

A Terra teve um campo magnético primitivo (e é mais forte do que se pensava)

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
23 de janeiro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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NASA Goddard / Flickr

Uma equipa de cientistas da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, encontrou evidências que sugerem que o campo magnético primitivo que se formou à volta da Terra é mais forte do que os especialistas pensavam.

A nova análise, cujos resultados foram esta semana publicados na revista científica PNAS, sugere que a Terra possuía um campo magnético há 4,2 mil milhões de anos, sendo este especialmente forte entre 4,1 e 4 mil milhões de anos.

Nesta altura, sustentam os cientistas, o “escudo magnético” da Terra era gerado por reações químicas no interior do planeta, que acabaram por arrefecer após a sua formação.

O processo que alimentava o campo magnético primitivo é diferente do de agora: atualmente, o campo magnético é gerado pelo movimento no núcleo de ferro líquido da Terra; este campo é invisível, mas crucial para a vida na Terra, uma vez que protege o nosso planeta de partículas perigosas oriundas do Sol.

“Acreditamos que o campo magnético preservou a habitabilidade planetária em dois momentos-chave da história da Terra: o Hadeano e o mais recente Ediacarano, há cerca de 565 milhões de anos, quando o campo magnético entrou em colapso quase completo antes do início do crescimento do núcleo interno”, explicou John Tarduno, o cientista que liderou o estudo, citado pelo portal Newsweek.

“A nossa hipótese sustenta que o campo era inicialmente forte, mas, ao longo de mil milhões de anos, tornou-se gradualmente mais fraco à medida que o dínamo se tornou menos eficiente. Depois, o núcleo interno começou a crescer e o campo voltou a ganhar força. Atualmente, estamos a recolher dados de fontes em tudo o mundo para rastrear esta história”, revelou o especialista.

De olhos postos na habitabilidade de outros mundos

A investigação, além de trazer novas informações sobre o “escudo” magnético da Terra, pode ajudar a comunidade científica a perceber se existem outros planetas no Sistema Solar com condições para abrigar vida. “Esta investigação diz-nos algo sobre a formação de uma planeta habitável“, diz Tarduno, citado pelo portal Phys.org.

O especialista recorda a teoria que defende que Marte, tal como a Terra, já teve um campo magnético no início da sua história planetária. No entanto, o campo do Planeta Vermelho entrou em colapso total, não sendo capaz de gerar um novo.

“Assim que Marte perdeu a sua ‘blindagem magnética’, perdeu a sua água (…) Mas ainda não sabemos porque é que o campo entrou em colapso. A ‘blindagem magnética’ inicial é realmente importante, mas também estamos interessados na sustentabilidade de um campo magnético. Este estudo fornece-nos mais dados para descobrir o conjunto de processos que mantêm o escudo magnético da Terra”, rematou.

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