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Home Editorias Ciência

As suricatas fazem uma “dança de guerra” para assustar os inimigos

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
24 de dezembro de 2019
Reading Time: 3 mins read
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Mikhail Koninin / Wikimedia

Uma nova investigação concluiu que as suricatas fazem uma espécie de “dança de guerra” para assustar os inimigos e proteger o seu território.

De acordo com a revista Newsweek, uma equipa de cientistas analisou as interações entre diferentes grupos de suricatas no Kalahari, na parte sul-africana, durante onze anos.

“O nosso trabalho mostra que as interações entre estes grupos nunca são tolerantes, que a maioria envolve alguma forma de agressão e que uma minoria resulta em violência física”, afirmou Mark Dyble, investigador da University College London que liderou a equipa.

No estudo publicado na Proceedings of the Royal Society B, os investigadores explicam que observaram dez grupos de suricatas, constituídos por uma média de 20 animais. Quando se encontravam, a equipa identificou várias combinações de seis comportamentos diferentes nas 422 interações registadas (que geralmente duravam cerca de 20 minutos).

“A maior parte da nossa pesquisa concentrou-se na cooperação e em como trabalham em conjunto para criar os seus filhos. No entanto, existe outro lado. As suricatas são altamente competitivas e territoriais, com agressões regulares entre grupos”, disse Dyble à revista.

Os diferentes tipos de comportamentos documentados foram: observação inicial do grupo rival; perseguição ao grupo rival; realização de uma dança de guerra; recuo da interação; escavar a toca do grupo rival e manter um contacto físico agressivo.

Segundo o estudo agora publicado, cerca de 65% das interações resultaram nos grupos a perseguir outros ou a fazer a tal dança, na qual os mamíferos enfiam a cauda no ar e ficam com o pelo eriçado. Uma possível razão para isso acontecer, segundo a publicação, pode ser fazer com que o grupo pareça maior.

86% das interações acabaram com um dos dois grupos a recuar antes que a briga realmente acontecesse. Mas 9% dessas interações terminaram em lutas violentas nas quais pelo menos uma suricata acabou por morrer.

“A maioria das lutas termina depois de um grupo afugentar o outro. Existe uma clara vantagem relativamente ao tamanho de grupo — grupos maiores ganham quase sempre. A maior parte das agressões é iniciada pelo macho e pela fêmea ‘dominantes’. Os grupos perdedores recuam em direção ao centro do seu território”, refere o cientista.

“No entanto, mesmo quando estas interações não resultam em violência física, isto pode ter consequências territoriais, com os grupos perdedores a mudarem-se para tocas mais perto do centro do seu território e os vencedores a moverem-se para tocas mais distantes do centro do seu”.

“A violência com animais geralmente envolve um indivíduo a lutar com outro. Esta agressão coordenada entre grupos que vemos nas suricatas é algo bastante raro e já se pensou que era uma coisa única dos seres humanos. Ao entender como e porquê estes animais lutam, podemos obter pistas sobre a evolução da violência e da guerra em humanos”, conclui o investigador.

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