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Home Economia

Denúncias de pressão sobre contabilistas “continuam a chegar” e envolvem “os principais bancos”

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
19 de agosto de 2020
Reading Time: 3 mins read
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Ordem dos Contabilistas Certificados / Flickr

A Ordem dos Contabilistas Certificados ainda está a receber denúncias de pressão sobre contabilistas, que “continuam a chegar” e envolvem “os principais bancos”, de acordo com a bastonária Paula Franco.

Em entrevista à Rádio Observador na terça-feira, a bastonária Paula Franco disse que a Ordem dos Contabilistas Certificados continua a receber denúncias e profissionais que estão a ser pressionados pela banca a prestarem falsas declarações sobre a quebra de faturação para aderirem indevidamente à linha de crédito de mil milhões de euros.

Segundo a bastonária, as queixas, que continuam a chegar, já são mais de 100 e envolvem gestores de contas dos “principais bancos portugueses”. “Os principais bancos portugueses estão todos envolvidos. Estamos a falar dos gestores de conta” que “querem cumprir os seus plafonds“, disse Paula Franco, sem identificar as entidades em causa.

Por outro lado, a bastonária não acredita que haja “ordens superiores” para que os profissionais da banca estejam a pressionar os contabilistas a declararem falsamente quebras de faturação de, pelo menos, 40% para que tenham acesso à linha de crédito de mil milhões de euros destinada a micro e pequenas empresas, com garantias do Estado.

Em causa estão e-mails trocados “entre funcionários dos bancos e empresas e dos empresários para os seus contabilistas”, assim como declarações assinadas indevidamente.

“Esta não é a forma correta de ajudar”, alerta Paula Franco, acrescentando que os contabilistas incorrem num crime público caso mintam sobre a faturação para aceder a um apoio público.

Paula Franco explicou que “todas as ordens profissionais têm os seus conselhos jurisdicionais. Depois, têm a parte disciplinar. As queixas seguem para aí. Pode levar à expulsão“.

A Ordem está a identificar balcões e as pessoas que “aliciaram os empresários”, tal como os próprios empresários. As provas serão encaminhadas para o Ministério Público (MP) “até ao final do mês”.

O Ministério da Economia disse, ao Observador, que só soube da denúncia pela imprensa e que espera pela investigação.

Banca desconhece ilegalidades

O jornal ECO apurou na terça-feira que as instituições financeiras desconhecem qualquer prática ilegal denunciada pela Ordem dos Contabilistas Certificados.

A Associação Portuguesa de Bancos garantiu que o setor cumpre a lei e afirmou que, se houver quaisquer atos isolados de colaboradores bancários, estes devem ser alvo de “análise”, caso se afastem das normas de conduta.

Segundo o ECO, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) disse não ter “conhecimento deste tipo de comportamentos”. Já o Novo Banco reiterou que “desconhece este assunto em absoluto”.

O BCP adiantou que “em nenhuma circunstância recomenda aos clientes atuações que não estejam em conformidade com a lei ou que a visem contornar”. “As atuações como a referida pela senhora bastonária da OCC seriam inaceitáveis e prejudicariam os clientes e o banco”, afirmou.

O Montepio disse que, “no momento em que se verificarem quaisquer indícios, agirá em conformidade” e explicou que “tem mecanismos de controlo interno que visam prevenir e atuar sobre eventuais falhas que surjam na organização, numa perspetiva de controlo e melhoria de qualidade”.

O Santander Totta e o BPI também foram contactos pelo ECO, mas não responderam até à data da publicação da notícia.


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