Ministério Público pede levantamento da imunidade do líder do Chega. O Ministério Público fez chegar à Assembleia da República um pedido de levantamento da proteção parlamentar ao presidente do Chega, André Ventura, para ser constituído arguido.
Em causa, um processo movido por Joaquim Pinto Moreira, antigo presidente da autarquia de Espinho e ex-parlamentar do PSD, que acusa André Ventura de difamação.
Em entrevista à SIC e SIC Notícias, o dirigente do Chega afirmou: “Estamos a falar de um antigo responsável municipal de Espinho como Pinto Moreira que recebia pagamentos para fazer intervenções”. Ao CM, André Ventura diz que não se vai opor ao levantamento da imunidade parlamentar e acrescenta: “Mantenho tudo o que disse. Temos de perder receio de denunciar a corrupção em Portugal, mesmo que doa”.
Pinto Moreira está a ser julgado no âmbito do chamado ‘Processo Vortex’, tendo sido acusado da prática de dois crimes de corrupção passiva agravada, um crime de tráfico de influência, um crime de violação de normas urbanísticas por funcionário (em coautoria).
Ao CM, André Ventura acrescentou que desconhecia completamente a existência deste dossiê judicial.











