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Home Editorias Ciência

Há mesmo algo de reconfortante quando dizemos palavrões

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
30 de maio de 2020
Reading Time: 2 mins read
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demibrooke / Flickr

Um novo estudo sugere que, nas circunstâncias certas, dizer palavrões em voz alta parece fazer as pessoas sentirem menos dor.

Exatamente como e porque é que o ato de dizer asneiras consegue fazer com que as coisas pareçam menos dolorosas ainda continua a ser algo amplamente hipotético e, segundo o site Science Alert, muitas das hipóteses em cima da mesa pertencem a um único investigador: o psicólogo Richard Stephens, da Universidade Keele, no Reino Unido.

Há pouco mais de uma década, o investigador e a sua equipa descobriram que, se as pessoas mergulhassem a mão em água gelada, o simples ato de dizer palavrões permitia aos participantes notar uma diminuição da dor e até a conseguir tolerar melhor.

Agora, no seu estudo mais recente, publicado, em abril, na revista científica Frontiers in Psychology, Stephens e o colega Olly Robertson exploraram o que é que acontece se trocarmos os palavrões durante essa mesma experiência.

92 participantes mergulharam a mão numa banheira com água gelada, mantida a uma temperatura constante de 3ºC a 5°C, até não ser mais suportável. Durante o experimento, o seu batimento cardíaco foi monitorizado e tinham de repetir aleatoriamente uma de quatro palavras a cada três segundos.

As quatro palavras a serem proferidas eram uma asneira convencional (“fuck”), uma palavra neutra (um termo que os próprios participantes designaram para descrever uma mesa, por exemplo, “sólido”) e dois palavrões inventados especificamente para a experiência (“fouch” para invocar uma resposta emocional no participante e “twizpipe” para invocar uma resposta humorística).

Os resultados apoiaram as pesquisas anteriores de Stephens, mostrando que o palavrão convencional parece reduzir a perceção da dor. Neste caso, dizer “fuck” estava associado a um aumento de 32% no limiar da dor e um aumento de 33% na tolerância à dor. Por outro lado, os palavrões inventados não tiveram efeitos benéficos nestes dois casos.

“Embora não se saiba com certeza como é que as asneiras ganharam este poder, já foi sugerido que os palavrões são aprendidos durante a infância e que o clássico condicionamento aversivo contribui para os aspetos emocionalmente estimulantes do seu uso”, escreveram os autores do estudo.

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