Lisboa, Portugal – O executivo liderado por Luís Montenegro oficializou, esta quinta-feira, uma estratégia de reforço dos recursos humanos no setor da Defesa, fixando a meta de alcançar um contingente de 31 mil elementos nas Forças Armadas. A decisão, tomada durante a reunião do Conselho de Ministros realizada em Lisboa, foi tornada pública por António Leitão Amaro, o Ministro da Presidência, que sublinhou a necessidade premente de adaptar a estrutura militar aos novos desafios e exigências de natureza operacional.
O plano de expansão, que terá uma execução faseada ao longo de um triénio, contempla não apenas a admissão de novos militares, mas também a valorização das carreiras existentes. De acordo com os cálculos apresentados pelo governante, o impacto financeiro desta medida ascende a 150 milhões de euros, verba destinada a assegurar tanto o crescimento do efetivo como a progressão salarial dos quadros que compõem os três ramos militares.
Durante a conferência de imprensa, o Ministro da Presidência contextualizou esta deliberação dentro de uma trajetória de investimento contínuo, destacando que, desde que o atual Governo tomou posse em 2024, tem sido dada prioridade à melhoria das condições remuneratórias dos militares. Com este incremento, o Estado pretende tornar a carreira militar mais atrativa, assegurando que o dispositivo de defesa nacional disponha dos recursos humanos necessários para cumprir as suas missões estratégicas no panorama atual.










