O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Nenhum Resultado
Ver Resultado
O Tabloide Portugal
Nenhum Resultado
Ver Resultado
Home Economia

Medo de “assumir compromissos”. Menos de 20% das empresas em lay-off pediram novos apoios

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
7 de setembro de 2020
Reading Time: 4 mins read
A A
0

(CC0/PD) Alex Kotliarskyi / unsplash

A causa da diminuição nos pedidos dos novos apoios, pode ser a proibição de despedimentos. De acordo com os patrões esta medida está a afastar as empresas que não querem “assumir compromissos em termos de manutenção do emprego”.

De acordo com o Expresso, são menos de 20% as empresas que, desde o início da pandemia, aderiram ao lay-off. Os novos apoios receberam até agora 22,3 mil candidaturas, revelou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, durante a reunião da concertação social desta semana. Ou seja, 19,4% das mais de 115 mil empresas já abrangidas pelo lay-off simplificado.

Estas novas candidaturas abrangem apenas 240 mil pessoas, um valor abaixo do que se esperava, refere o jornal. Este número representa apenas 27% do total de trabalhadores que estiveram em lay-off.

Em causa está o apoio à retoma progressiva das empresas, criado em função da quebra de faturação (pelo menos 40% de quebra), e o incentivo extraordinário à normalização da atividade, que prevê o pagamento de um ou dois salários mínimos por trabalhador que tenha estado em lay-off. Práticas que avançaram no início de agosto.

Este apoio tem como contrapartida a proibição de despedimentos pelas empresas durante o período da sua atribuição e nos dois meses seguintes.

A diminuição nos pedidos de lay-off poderá ser explicada também pela proibição de despedimentos que estes apoios implicam, que parece ser o fator crítico que está a afastar as empresas de apresentar os procurar.

“As empresas não querem arriscar amarrar-se a compromissos que implicam não poderem ajustar os seus recursos humanos”, explica António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP).

Saraiva acredita que o clima de “grande incerteza”, faz com que que as empresas não se queiram “amarrar-se a formas rígidas de horários e à manutenção de postos de trabalho”. Devido a estas questões, a CIP defende a prolongação do regime de lay-off simplificado, que foi implementado no inicio do período de quarentena.

João Vieira Lopes, presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), concorda com a CIP e defende a implementação do lay-off simplificado. A “burocracia” e os “receios de assumir compromissos em termos de manutenção do emprego” ajudam a implicar uma menor adesão das empresa, explica Viera lOPES.

O presidente da CCP acredita que a retoma “está a ser lenta, pois há incerteza sobre uma segunda vaga de covid-19, bem como a possibilidade de novas restrições, na sequência da declaração do estado de contingência a partir de 15 de setembro”, revelando que na CCP “somos bombardeados todos os dias com questões das empresas sobre o que é que isso significa e se haverá novas restrições”.

Contudo, Ana Mendes Godinho refere que este é o caminho certo, uma vez que que “82% das empresas estão a optar por instrumentos que implicam a manutenção dos postos de trabalho durante mais tempo”.

Ou seja, o apoio à retoma progressiva (que teve 6 mil candidaturas, o que significa 26,9% do total) e o incentivo à normalização da atividade na modalidade de dois salários mínimos ( que recebeu 12,4 mil candidaturas, o que se traduz em 55,6% do total), refere o jornal expresso.

O Expresso contactou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social com o intuito de receber novos dados sobre a forma como estas candidaturas são repartidas mas não recebeu resposta.

Quanto ao aumento do salário mínimo, o Governo garantiu que a discussão deverá ir para a frente em outro momento. “Não é este o momento para avaliarmos e discutirmos valores. Será no espaço da Concertação Social que essa matéria será debatida”, referiu Ana Mendes Godinho.

Esta posição do Governo já levantou algumas vozes sobre o tema, que se mostram com opiniões distintas.

Carlos Silva, secretário-geral da UGT, acusa os patrões de “não quererem ouvir falar em valorizar salários” e diz que é “fundamental” o aumento do salário mínimo em pelo menos 35 euros mensais.

António Saraiva diz que agora é “a hora é de salvar postos de trabalho”, e não de “exigir aumentos salariais, quando as empresas estão com significativas quebras de faturação e não sabemos se os trabalhadores terão de ir para o desemprego”.

Já Eduardo Oliveira e Sousa, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, explica que “a  preocupação é salvar empresas e emprego. Não é altura de falar de aumentos”. Contudo, não rejeita uma negociação.

João Vieira Lopes, não revela a posição da CCP e defende que a decisão deve ser tomada “depois de analisar a evolução da economia”.


Compartilhe isso:

  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
Post Anterior

João Leão passa despercebido e perde mais poderes nas Finanças

Próximo Post

Goldman Sachs acredita que a EDP é “potencial candidata a ser adquirida”

Posts Relacionados

Nova fase na Câmara Portuguesa: liderança quer reforçar negócios entre os dois lados do Atlântico
Economia

Nova fase na Câmara Portuguesa: liderança quer reforçar negócios entre os dois lados do Atlântico

O Banco de Portugal registou um resultado negativo de 1,4 milhões de euros em 2025
Politica

O Banco de Portugal registou um resultado negativo de 1,4 milhões de euros em 2025

A Lufthansa confirmou que vai avançar com uma proposta vinculativa para a compra da TAP Air Portugal, posicionando-se como um dos principais candidatos na fase decisiva do processo de privatização.
Economia

A Lufthansa confirmou que vai avançar com uma proposta vinculativa para a compra da TAP Air Portugal, posicionando-se como um dos principais candidatos na fase decisiva do processo de privatização.

Nova lei obriga divulgação de decisões autárquicas e fortalece imprensa regional
Politica

Nova lei obriga divulgação de decisões autárquicas e fortalece imprensa regional

Portugal entre países da OCDE onde salários registaram crescimento real em 2025
Politica

Portugal entre países da OCDE onde salários registaram crescimento real em 2025

Fisco recebeu 2,1 milhões de declarações de IRS e pagou 164,7 milhões de euros em reembolsos
Politica

Euro continua em queda face ao Dólar dos Estados Unidos em contexto de incerteza sobre o Irão

Outras Notícias!

Nova fase na Câmara Portuguesa: liderança quer reforçar negócios entre os dois lados do Atlântico

Nova fase na Câmara Portuguesa: liderança quer reforçar negócios entre os dois lados do Atlântico

O Banco de Portugal registou um resultado negativo de 1,4 milhões de euros em 2025

O Banco de Portugal registou um resultado negativo de 1,4 milhões de euros em 2025

A Lufthansa confirmou que vai avançar com uma proposta vinculativa para a compra da TAP Air Portugal, posicionando-se como um dos principais candidatos na fase decisiva do processo de privatização.

A Lufthansa confirmou que vai avançar com uma proposta vinculativa para a compra da TAP Air Portugal, posicionando-se como um dos principais candidatos na fase decisiva do processo de privatização.

Nova lei obriga divulgação de decisões autárquicas e fortalece imprensa regional

Nova lei obriga divulgação de decisões autárquicas e fortalece imprensa regional

Portugal entre países da OCDE onde salários registaram crescimento real em 2025

Portugal entre países da OCDE onde salários registaram crescimento real em 2025

  • Ciência
  • Cultura
  • Famosos
  • Justiça
  • Politica
  • Sociedade
  • Tecnologia
  • Contacto
  • Estatuto Editorial
Tel +351 939 895 955 - (Chamada para rede móvel nacional)

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.

Nenhum Resultado
Ver Resultado
  • Editorias
    • Cultura
      • Artes
      • Famosos
      • Literatura
      • Música
      • Teatro
    • Desporto
    • Economia
    • Educação
    • Ciência
    • Internacional
    • Justiça
    • País
    • Policial
    • Politica
    • Saúde
      • Saúde Pública
    • Sociedade
    • Tecnologia
      • Internet
  • Últimas Noticias
  • Contacto
  • Estatuto Editorial

© 2024 - O Tabloide Portugal. Todos os direitos reservados. Periodicidade Registrada (Semanal) – N.º ERC 127422.