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Home Editorias Ciência

O colapso da Ilha de Páscoa está longe de ser como pensávamos

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
11 de fevereiro de 2020
Reading Time: 2 mins read
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(CC0/PD) Wolk9 / Pixabay

Estátuas Moai, na ilha de Páscoa, no Chile

Uma equipa de investigadores descobriu que, afinal, o colapso social na Ilha de Páscoa foi muito mais tarde do que aquilo que se pensava anteriormente.

A Ilha de Páscoa faz parte do território chileno e é conhecida mundialmente pelos seus sítios arqueológicos, que incluem quase 900 enormes estátuas chamadas moais — figuras humanas esculpidas com cabeças gigantes.

Agora, uma equipa de investigadores criou uma nova cronologia da construção de monumentos e reexaminaram as observações escritas dos primeiros visitantes europeus para traçar uma história diferente daquela que se pensava ter sido.

As novas descobertas, documentadas num novo estudo publicado esta semana na revista científica Journal of Archaeological Science, mostram que os descendentes de polinésios que se estabeleceram na Ilha de Páscoa, no século XII, continuaram a construir, manter e usar os monumentos por pelo menos 150 anos para além de 1600.

Anteriormente acreditava-se que esta tinha sido uma altura em que se tinha iniciado o declínio social deste território, explica o Futurity.

“O pensamento comum é que a sociedade que os europeus viram quando apareceram pela primeira vez era uma sociedade que entrou em colapso. A nossa conclusão é que a construção de monumentos e o investimento ainda eram partes importantes das suas vidas quando esses visitantes chegaram”, explicou o autor do estudo, Robert DiNapoli.

Os investigadores chegaram a esta conclusão através de um método de datação pelo radiocarbono de 11 sítios arqueológicos na ilha.

“Imagine construir algo com peças de Lego. Você precisa de fazer isso numa determinada ordem”, começou por explicar DiNapoli. “Estes monumentos também têm uma ordem de montagem necessária, e as datas de radiocarbono das fases anteriores da construção devem vir antes das posteriores”.

Mesmo depois dos primeiros visitantes terem chegado, ainda continuaram a ser construídos os famosos moais. Enquanto viajantes espanhóis e holandeses disseram, em 1720 e 1722, respetivamente, que não havia evidências de decadência social, o explorador britânico James Cook descreveu, em 1774, que a ilha estava em crise, com vários monumentos tombados.

“Quando os europeus chegaram à ilha, há muitos eventos trágicos documentados devido a doenças, assassinatos, invasões de escravos e outros conflitos”, explicou o coautor Carl Lipo. Ainda assim, os habitantes da ilha “seguiram práticas que lhes proporcionaram grande estabilidade e sucesso ao longo de centenas de anos“.

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