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Home Economia

Perdas do Novo Banco arrastam 5 maiores bancos portugueses para prejuízos agregados de 14,8 milhões

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
1 de agosto de 2020
Reading Time: 4 mins read
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José Sena Goulão / Lusa

António Ramalho, presidente do Novo Banco

As perdas semestrais de 555,3 milhões de euros reportadas pelo Novo Banco levaram o agregado dos cinco maiores bancos portugueses para um prejuízo de 14,8 milhões de euros, pois as restantes instituições lucraram, em conjunto, 540,3 milhões de euros. Entretanto, o Montepio passou dos lucros aos prejuízos.

Apesar dos lucros de 249 milhões da Caixa Geral de Depósitos (CGD), de 172,9 milhões de euros do Santander Totta, de 76 milhões de euros do BCP e de 42,6 milhões de euros do BPI que, em conjunto, totalizam 540,5 milhões de euros, os prejuízos do Novo Banco ‘arrastaram’ o resultado líquido agregado dos cinco maiores bancos a operar em Portugal para os prejuízos.

As perdas de 555,3 milhões de euros do banco que sucedeu ao Banco Espírito Santo (BES) levam, assim, o resultado agregado da principal banca portuguesa para um prejuízo de 14,8 milhões de euros no primeiro semestre de 2020, depois dos lucros agregados de 597,1 milhões de euros registados no mesmo período de 2019.

No primeiro semestre de 2019, o BCP tinha atingido 169,8 milhões de euros de lucro, o Santander Totta 275,9 milhões, o BPI 134,5 milhões e a CGD 417 milhões, sendo novamente o Novo Banco a parcela negativa no resultado líquido agregado.

Nos primeiros seis meses do ano passado, o Novo Banco registou 400,1 milhões de euros de prejuízos, um número menor face aos 555,3 registados no primeiro semestre deste ano.

Montepio passa de lucros a prejuízos de 51,3 milhões

O Banco Montepio teve prejuízos de 51,3 milhões de euros no primeiro semestre depois de ter apresentado lucros de 3,6 milhões de euros no mesmo período de 2019. Prejuízos que a instituição justifica com a pandemia de covid-19.

O Montepio refere que os prejuízos entre Janeiro e Junho resultam das imparidades que constituiu (109,4 milhões de euros) para fazer face a perdas de crédito decorrentes da crise relacionada com a covid-19.

“Os resultados líquidos do primeiro semestre de 2020 foram determinados pelo maior nível de imparidades e provisões constituídas na sequência da revisão em baixa do cenário macroeconómico devido ao impacto da covid-19 nos agentes económicos, quer nos particulares, quer nas empresas”, aponta o Banco em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As imparidades de crédito, resultantes do aumento de risco motivado pela pandemia, aumentaram em 67,4 milhões de euros relativamente ao período homólogo do ano passado.

Outras imparidades e provisões associadas a outros activos financeiros foram de 12,8 milhões de euros “como resultado do aumento do risco de crédito, incluindo instrumentos de dívida, e em imóveis recebidos em dação”, explica o Banco.

No que concerne aos resultados operacionais, o Montepio refere que o produto bancário core diminuiu 2,2% para os 178,3 milhões de euros, enquanto a margem financeira recuou 4,5% para os 114,7 milhões de euros.

Estes dados reflectem “os efeitos desfavoráveis de factores exógenos associados à pandemia covid-19 e que determinaram menores níveis de actividade nos clientes particulares e nas empresas, e também das taxas de juro de mercado permanecerem em níveis muito baixos”, salienta o Banco.

O Banco também dá conta de uma quebra nas comissões líquidas que passaram de 57,7 milhões de euros no primeiro semestre de 2019 para os 56,1 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano.

Houve ainda uma subida no crédito a clientes da ordem dos 0,8% (mais 90 milhões de euros) e uma subida de 329 milhões de euros no crédito concedido às empresas, “concretizando a ambição de incrementar o volume de negócios junto das PME e das empresas do middle market“, como nota a instituição.

O Montepio reporta também uma quebra nos depósitos que passaram dos 12.680 milhões de euros para 12.422 milhões de euros no final de Junho deste ano.

O Banco concedeu, até final de Junho, 34 mil moratórias no pagamento de créditos. Estas moratórias correspondem a créditos no valor de 3.000 milhões de euros, sendo que 20.500 foram a famílias e 13.500 a empresas.

As moratórias de crédito (que suspendem pagamentos de capital e/ou juros) foram criadas como uma ajuda a famílias e empresas penalizadas pela crise económica desencadeada pela pandemia de covid-19.


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