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Home Editorias Ciência

Uma estrela ajudou a perceber quando é que a Via Láctea devorou outra galáxia

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
20 de janeiro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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(dr) ESO / Digitised Sky Survey

A estrela Nu Indi (HD 211998)

Recentemente, astrónomos descobriram que uma colisão com uma galáxia satélite encheu a Via Láctea de estrelas. Agora, graças a uma única estrela, já é possível perceber quando é que isso aconteceu.

A galáxia satélite Gaia-Enceladus foi, até onde sabemos, a maior já devorada pela Via Láctea e foi descoberta em dados da missão Gaia, que criou o mapa 3D mais preciso das estrelas da nossa galáxia.

Esses dados incluíam o movimento adequado das estrelas enquanto giravam — revelando uma população de estrelas a mover-se juntas impulsionadas pela colisão. Análises posteriores sugeriram que a colisão ocorreu entre oito e 11 mil milhões de anos (sendo que o Universo tem cerca de 13,8 mil milhões de anos).

É aqui que entra a Nu Indi (HD 211998), uma velha estrela pobre em metal, com cerca de três vezes o tamanho do Sol, mas apenas 85% da sua massa, que está localizada a apenas 94 anos-luz de distância, na constelação Indus.

Segundo o Science Alert, a análise espetroscópica da sua composição química indica que nasceu mesmo na Via Láctea mas, de acordo com os dados da Gaia, o seu movimento através da galáxia foi alterado pela colisão com a Gaia-Enceladus.

“Como o movimento da Nu Indi foi afetado pela colisão, essa mesma colisão deve ter acontecido depois de a estrela se ter formado”, explicou o astrofísico Bill Chaplin, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.

Logo, se for possível determinar a idade desta estrela, é também possível perceber quando é que a colisão ocorreu.

De acordo com este site, a metalicidade é uma pista, uma vez que os cientistas sabem que os metais não existiam até que algumas estrelas já tivessem vivido e morrido, criando elementos pesados à medida que explodiam em supernovas. Esses elementos foram então incorporados nas gerações subsequentes. O fato da Nu Indi ter apenas cerca de 3% da abundância de ferro do Sol indica que é bastante antiga.

Por outro lado, a asterosismologia pode revelar detalhes precisos sobre as propriedades de uma estrela. O método baseia-se nas frequências de oscilação das estrelas ou pulsações na sua intensidade. Essas oscilações estão intimamente ligadas com as propriedades do interior da estrela, como, por exemplo, a sua densidade e perfil acústico. Por sua vez, estão relacionados com a massa e idade da estrela.

Os dados do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite), um projeto de telescópio espacial da NASA lançado em 2018, indicam que a Nu Indi tem cerca de 11 mil milhões de anos. Logo, de acordo com os investigadores, cujo estudo foi publicado na revista científica Nature Astronomy, ao permitir que a fusão se propaga pela galáxia, isso significa que a colisão deveria ter começado entre 11,6 e 13,2 mil milhões de anos.

Com esta descoberta, a equipa conseguiu restringir no tempo um dos principais eventos da história da nossa galáxia, ajudando a entender melhor a evolução da Via Láctea. E tudo graças a uma única estrela.

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