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Home Economia

Costa e Silva não tem a certeza de que o seu plano saia da gaveta. “Poderá ditar o fim de uma geração”

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
16 de outubro de 2020
Reading Time: 3 mins read
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José Sena Goulão / Lusa

O gestor e conselheiro do Governo António Costa e Silva alerta, em entrevista à Antena 1 esta sexta-feira divulgada, que a não implementação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), “poderá ditar o fim de uma geração.

O gestor da petrolífera Partex, que foi convidado pelo primeiro-ministro, António Costa, para esboçar um plano de retoma económica para o país no pós-pandemia, disse aos microfones da Antena 1 que não tem a certeza de que o documento saia da gaveta, alertando mesmo que o seu “falhanço poderá ditar o fim de uma geração”.

“O país já teve muitos programas que foram parar à gaveta. As coisas estão extremamente difíceis e não tenho certeza absolutamente nenhuma“, disse o autor do PPR, admitindo alguns cenários que poderão levar ao seu fracasso, como a “falta de abrangência política” ou a “entrada numa espécie de deriva”.

Costa e Silva disse ainda que pode ter sido mal interpretado quando falou do Estado.

“Vimos de um ciclo que os mercados autorregulados eram a solução de tudo, hoje não é assim. Esses mercados não trabalham necessariamente para o bem público e sou uma pessoa das empresas e os mercados são vitais, são máquinas de criação de inovação, de prosperidade, geram riqueza, mas tem de haver uma combinação rigorosa entre os mercados e o Estado“, disse em declarações na mesma entrevista, citadas pelo Eco.

No entender de Costa e Silva, e quando o país está mergulhado numa crise sanitária como a de covid-19, não é o mercado que salva o país, mas o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“Não podemos desmantelar ou privatizar alguns dos serviços públicos, temos de ter muita atenção a isso e combinar com o setor privado. Esta articulação virtuosa é fulcral para o futuro”, conclui António Costa e Silva.

Documento entregue em Bruxelas

O Governo entregou esta quinta-feira em Bruxelas o PPR, no qual estima que a economia portuguesa precise de cerca de uma década para recuperar da pandemia.

Segundo o primeiro esboço do documento entregue esta quinta-feira à Comissão Europeia pelo Governo, o PRR vai permitir “que em 2030 a economia portuguesa tenha recuperado inteiramente do choque provocado pela pandemia, atingindo um PIB idêntico ao que alcançaria num cenário de inexistência desse choque”.

Além disto, o Governo já admite o recurso a empréstimos ao abrigo do Mecanismo Europeu de Recuperação e Resiliência, no valor de 4,3 mil milhões de euros, para habitação pública acessível, apoio às empresas e material circulante ferroviário.

“O Governo Português tomou a decisão de maximizar a utilização de fundos europeus a título de subvenção e de minimizar a utilização de empréstimos que possam dar origem ao aumento da dívida pública”, lê-se, mas, ainda assim, o executivo elenca três investimentos que merecem uma avaliação criteriosa da sua elegibilidade, e em que condições, para a componente de empréstimos do Mecanismo Europeu de Recuperação e Resiliência”.


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