CPI ouve o testemunho do ex-dirigente do INSS e ex-titular da Pasta do Trabalho e Previdência durante a administração de Jair Bolsonaro (PL), José Carlos de Oliveira
A CPI do INSS aprovou, nesta quinta-feira, a quebra da confidencialidade de alguns dos principais investigados do colegiado, como Antônio Carlos Camilo Antunes, apelidado de “careca do INSS”. Careca é identificado como articulador central, responsável por intermediar os vínculos entre entidades fraudulentas e funcionários estatais. Também foram aprovadas as quebras de confidencialidade do empresário Maurício Camisotti e do ex-dirigente do INSS Alessandro Stefanutto. O ex-titular da Previdência, Carlos Lupi (PDT), entretanto, foi preservado em relação à quebra de confidencialidade.
Também foram aceitos dois pedidos que requisitam ao Conselho de Controle de Operações Financeiras (Coaf) os dossiês sobre transações monetárias do Sindicato Nacional dos Reformados da Força Sindical (Sindnapi). A organização tem como vice-líder José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do chefe de Estado Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Não existia solicitação para a quebra da confidencialidade individual de Frei Chico. Ainda nesta quinta, a CPI ouve o testemunho do ex-dirigente do INSS e ex-titular da Pasta do Trabalho e Previdência durante a administração de Jair Bolsonaro (PL), José Carlos de Oliveira — atualmente Ahmed Mohamad Oliveira Andrade.
Na semana anterior, o colegiado comunicou que a CPI aguarda que Careca conceda depoimento no dia 15 e Camisotti esteja presente no dia 18.











