O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, condenou publicamente a tentativa de ataque contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sublinhando que a violência política é incompatível com regimes democráticos.
Numa mensagem divulgada na rede social X, Montenegro afirmou que “a democracia e quem a defende não podem tolerar ou transigir com violência política”, alinhando-se com outras reações internacionais de condenação ao incidente.
O episódio ocorreu em Washington, D.C., durante o jantar anual da associação de correspondentes da Casa Branca. Após serem ouvidos disparos, Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance foram retirados do local pelas equipas de segurança.
O suspeito foi detido no local e deverá ser presente a tribunal. Posteriormente, Trump afirmou que o indivíduo estava armado e descreveu-o como um “lobo solitário”, afastando, para já, ligações diretas ao conflito em curso com o Irão.
Mesmo assim, o incidente surge num contexto internacional sensível, marcado por tensões geopolíticas, o que aumenta a preocupação com a segurança de líderes políticos e eventos de grande visibilidade.
A reação de Montenegro segue a linha diplomática habitual: condenação firme da violência, defesa das instituições democráticas e solidariedade com aliados internacionais.











