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Home Editorias Ciência

Na resposta a uma crise, ligações humanas podem piorar ainda mais as coisas

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
5 de junho de 2020
Reading Time: 2 mins read
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(CC0) B_Me / Pixabay

Um novo estudo sugere que a conexão humana nem sempre é uma coisa boa, sobretudo quando se trata de ultrapassar uma crise com sucesso.

De acordo com o site Science Alert, os investigadores reuniram 2480 voluntários e dividiram-nos em 108 equipas com vários tamanhos. A tarefa era simples: decidir quando evacuar durante um cenário de desastre. Apenas uma pessoa em cada grupo sabia a extensão da situação, e o resto tinha de perceber o que estava a acontecer conversando com os outros.

Embora a comunicação tenha ajudado a reduzir evacuações desnecessárias, no final, também interrompeu as ações mais necessárias. Mesmo quando alguém do grupo sabia que havia um desastre iminente, era menos provável que a equipa evacuasse.

Segundo o mesmo site, parte desta situação pode estar relacionada com as chamadas “fake news“. Às vezes, os factos não chegavam a todos os voluntários e, na falta de informação, os psicólogos descobriram que as pessoas começaram a inventar rumores.

Além disso, se esses rumores trouxessem boas notícias, as pessoas tinham muito mais probabilidade de acreditar neles. Ao longo do estudo, as mensagens ‘seguras’ sobrecarregaram frequentemente a difusão dos avisos, dizem os autores do estudo publicado, no final de maio, na revista científica Proceedings of the Royal Society A: Mathematical, Physical and Engineering Sciences.

Ou seja, mesmo em circunstâncias imaginárias, com custos sociais e financeiros simulados, as pessoas parecem preferir o status quo. Talvez porque estão com muito medo de agir, ou talvez porque os humanos em grupos são mais otimistas.

Durante uma crise, os psicólogos descobriram que as pessoas têm menos tendência para agir durante uma emergência, se houver outras pessoas à sua volta.

Muitas vezes, os membros de uma comunidade sofrem negação ou não acreditam que a ameaça é real para eles, deixando a opção de agir para a última. Enquanto isso, outros podem aceitar que a ameaça é real, mas sentem-se sem esperança para fazer algo.

No presente, temos algumas situações que demonstram precisamente este comportamento. A pandemia de covid-19 e a crise climática são exemplos de como chegar a um consenso em grandes grupos leva muito tempo, especialmente quando há um forte conflito de opiniões.

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