Ao ter pedido ao Tribunal Constitucional (TC) a fiscalização preventiva das alterações à Lei da Nacionalidade.
Ventura afirmou que o PS está a tentar “vencer na secretaria” aquilo que não conseguiu aprovar pelo voto parlamentar e disse que os socialistas procuram atrasar uma lei que considera “fundamental para o futuro de Portugal”, sobretudo no que diz respeito ao controlo da imigração.
O líder do Chega defendeu que a maioria parlamentar resultante das últimas eleições — PSD, CDS-PP e Chega — expressa a vontade dos portugueses de endurecer regras de imigração, nacionalidade e atribuição de subsídios a estrangeiros. Acusou o PS de bloquear essa orientação política.
Ventura disse ainda que os socialistas tinham alternativas, como a fiscalização sucessiva, e pediu ao Tribunal Constitucional que decida rapidamente, estendendo esse apelo ao Presidente da República.
Criticou também o que considerou ser uma estratégia para atrasar a entrada em vigor do diploma, mencionando pedidos de audições adicionais na Assembleia da República e afirmando que instituições e forças políticas de esquerda criam “bloqueios” que impedem reformas no país.
Por fim, sublinhou o esforço de aproximação entre Chega e PSD e pediu “respeito democrático” pelo que é aprovado no parlamento.











