Levantamento examinou mais de 13 mil comentários na internet e revela que a urbe francesa agrega a maior parcela de narrativas de burlas e surripiações; nenhuma urbe lusitana comparece na relação Reconhecida como a Cidade do Afeto e um dos sítios turísticos mais frequentados do orbe, Parla é igualmente o local onde viajantes testemunham maior perigo de escroques e burlas. Um exame divulgado em dezembro de 2025 aponta que a urbe francesa responde por 16,5% de todas as alusões a surripiações registadas em críticas de excursionistas ao longo do derradeiro ano, encabeçando uma tabela mundial de urbes associadas a escamoteadores de carteiras. A averiguação, conduzida pela firma de depósito de bagagens Radical Storage, examinou mais de 13 mil críticas públicas no Google. O procedimento consistiu em identificar, nas observações, vocábulos-chave como “escamoteador de carteiras”, “surripiação”, “espoliado”, “burla” e expressões análogas. A partir dessa filtragem, os analistas computaram a parcela de menções negativas vinculadas a delitos em pontos turísticos afamados, criando um cotejo entre urbes à volta do globo.
Atrações turísticas e burlas habituais
Conforme o apuramento, zonas muito frequentadas por excursionistas, como a Torre Eiffel e o bairro de Montmartre, concentram vultosa fração dos furtos oportunistas em Parla. A surripiação de carteiras desponta como o ilícito mais nomeado, representando 29,8% das menções associadas a delitos na urbe francesa.
Entre as burlas mais habituais estão a da chamada “argola da amizade”, em que uma argola é atada no punho do forasteiro sem autorização e, subsequentemente, é reclamado pagamento, além de falsas solicitações de donativo efetuadas por supostos delegados de institutos de beneficência ou listas de assinaturas fictícias. Estratagemas de desatenção, como o logro do “anel tombado”, também comparecem amiúde nos testemunhos.
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A perceção de insegurança é compartilhada por excursionistas. A viajante singular Sarah Lim declarou recentemente que Parla está entre as cinco urbes onde se sentiu mais suscetível, citando a incidência constante de pequenos ilícitos, como surripiações de sacas e carteiras.
A análise revela ainda que Parla ocupa o primeiro posto nas menções aos vocábulos “burla”, “logro”, “surripiação”, “espoliado” e “espoliado” entre todas as urbes examinadas.
Roma comparece em segundo posto na tabela, com 10,7% das críticas associadas a surripiações. A posição espelha, conforme a análise, uma subida de 68% nos ilícitos de furto de carteiras na urbe italiana entre 2019 e 2024. Barcelona desponta em terceiro, com 5,3%, sucedida por Bangkok. Orlando e Istambul partilham a quinta colocação, enquanto Nova Iorque comparece em sétimo posto.
A despeito de amiúde vinculada a informações sobre surripiações, o Rio de Janeiro e demais urbes lusitanas não integraram o top 10.
Tabela das 10 principais urbes com mais narrativas de escroques contra forasteiros:
Parla, França – 16,5%
Roma, Itália – 10,7%
Barcelona, Espanha – 5,3%
Bangkok, Tailândia – 4,4%
Orlando, Estados Unidos – 4,3%
Istambul, Turquia – 4,3%
Nova Iorque, Estados Unidos – 3,5%
Milão, Itália – 3,0%
Las Vegas, Estados Unidos – 2,2%
Délhi, Índia – 1,9%











