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Home Editorias Ciência

Rocha desafia teoria da escassez de oxigénio na Terra primitiva

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
29 de março de 2020
Reading Time: 2 mins read
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(dr) Kärt Paiste

Shungita, um tipo de rocha sedimentar encontrada no noroeste da Rússia

Uma rocha sedimentar única rica em carbono, depositada há dois mil milhões de anos, deu aos cientistas novas pistas sobre as concentrações de oxigénio na superfície da Terra nessa época.

De acordo com a agência Europa Press, uma equipa internacional de cientistas encontrou concentrações surpreendentemente altas de molibdénio, urânio e rénio, assim como elevadas proporções de isótopos de urânio, em rochas shungita.

Os cientistas descobriram que tais concentrações de vestígios de metais não têm comparação com a história inicial da Terra, o que desafia a teoria da escassez de oxigénio na Terra primitiva, há dois mil milhões de anos.

“O que é intrigante é que os modelos amplamente aceites dos ciclos de carbono e oxigénio da Terra preveem que a shungita deveria ter-se depositado num momento de rápida diminuição dos níveis de oxigénio”, diz Kaarel Mänd, investigador da Universidade de Alberta, no Canadá, e um dos autores do estudo publicado na revista Nature Geoscience.

A maior parte dos cientistas concorda que os níveis de oxigénio atmosférico aumentaram significativamente há cerca de 2400 milhões de anos — Grande evento de oxigenação (GOE) — e alcançaram aproximadamente metade dos níveis modernos há 2100 milhões de anos. O GOE também foi acompanhado por uma mudança nas relações de isótopos de carbono nas rochas sedimentares.

Para os cientistas, isto encaixa-se na história: relações anormais de isótopos de carbono refletem o enterro de grandes quantidades de plâncton como matéria orgânica em sedimentos oceânicos, o que, por sua vez, leva à geração de excesso de oxigénio.

Mas a compreensão predominante é que imediatamente depois desse período de altas concentrações, os níveis de oxigénio caíram novamente e permaneceram baixos por quase mil milhões de anos durante a chamada “idade média” da Terra.

“O que descobrimos contradiz a visão predominante: temos essencialmente evidências claras de que os níveis de oxigénio atmosférico aumentaram ainda mais depois de ter terminado a anomalia do isótopo de carbono. Isto obrigará a comunidade científica a repensar o que impulsionou os ciclos de carbono e oxigénio na Terra primitiva”, acrescenta Mänd.

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