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Home Editorias Ciência

As lulas brilham no escuro para “falar” no mar profundo

Redação O Tablóide por Redação O Tablóide
23 de abril de 2020
Reading Time: 2 mins read
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Os animais podem não falar, mas têm as suas próprias formas de comunicação. Os cefalópodes, como o polvo e a lula, produzem luzes coloridas com células de pigmento chamadas cromatóforos.

Estes animais iluminam os seus corpos para comunicar. Porém, o mistério é outro: como é que esses padrões coloridos são visíveis entre animais individuais, com a lula-de-Humoldt, na escuridão do mar profundo?

A resposta está no uso de órgãos de luz bioluminescentes conhecidos como fotóforos, que lhes permite brilhar por dentro, iluminando as mudanças de padrões escuros na pele.

“As lulas-de-Humboldt têm pequenas agregações de tecido luminescente – pequenos pontos espalhados pelos seus músculos”, disse Benjamin P. Burford, da Universidade de Stanford, em declarações à Smithsonian Magazine. “Em vez de projetar a luz para o exterior, esses fotóforos irradiam luz dentro do tecido do corpo. Fazem todo o animal brilhar”.

As lulas-de-Humboldt são criaturas sociais e vivem em grupos de centenas nas águas do alto mar. Estes animais conseguem efetivamente comunicar entre si visualmente mesmo a profundidades de 180 metros ou mais.

A equipa de investigadores observou grupos ativos de lulas-de-Humboldt gravadas em veículos remotamente operados (ROVs) pelo Monterey Bay Aquarium Research Institute, na costa da Califórnia.

As lulas-de-Humboldt podem atingir até metro e meio de comprimento, o que tornaria as caçadas em grupo particularmente caóticas, se não fosse o seu estilo único de comunicação bioluminescente.

Essas lulas iluminam-se, usando órgãos produtores de luz nos seus músculos, que iluminam a mudança dos padrões de pigmento na sua pele. Os cientistas pensam que o pigmento é a mensagem e as lulas usam bioluminescência para tornar as suas comunicações visíveis.

Os investigadores observaram que os grandes cefalópodes conseguiam coordenar os seus movimentos durante uma perseguição, nunca esbarrando um no outro ou perseguindo a mesma presa. Isto sugere que o comportamento era uma forma de se sinalizarem um ao outro e se coordenarem durante uma caçada.

“É como sinal de mudança de direção no trânsito“, explicou Burford. “É preciso sinalizar para dizer às pessoas o que vai fazer”.

Além disso, as lulas também parecerem reordenar os padrões das suas exibições visuais à medida que se comunicam, como se estivessem a gerar frases diferentes, reorganizando as palavras.

O comportamento também foi observada em estudos com lulas-de-Humboldt em águas rasas, quando desovam ou colocam ovos, o que significa que a espécie possivelmente usa a cintilação para propósitos diferentes.

Até agora, foram identificados 28 padrões de pigmentação diferentes nas lulas-de-Humboldt. Burford e os seus colegas querem agora decifrar o código visual da lula.

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