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Home Politica

Ventura diz que não tem perfil “de ficar de robe sentado no sofá a ver o País apodrecer”

Tales Santos Vieira por Tales Santos Vieira
19 de novembro de 2025
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Dirigente do Chega defende a revisão constitucional e o reforço de poderes do Presidente da República. André Ventura afirmou, esta quarta-feira, em entrevista à CMTV, que não tem dúvidas de que, caso tivesse vencido as eleições legislativas, as forças partidárias não lhe permitiriam assumir o cargo de primeiro-ministro de Portugal. O chefe do Chega reforçou que, para isso, é necessário que o partido conquiste as eleições legislativas com maioria absoluta ou que os cidadãos lhe concedam os votos nas presidenciais, a única votação “que não possui mecanismos de bloqueio”.

Sobre a disputa por Belém, Ventura garantiu que o seu perfil “não é o de permanecer de roupão sentado no sofá a observar o território deteriorar-se”. O dirigente do Chega concorda com o reforço das atribuições do Presidente da República, decisão que pode “honrar” a remuneração destinada ao chefe de Estado.

Ventura defendeu a revisão constitucional, uma vez que considera que a Carta Magna está desatualizada em múltiplas áreas. O líder do Chega avaliou que a “Constituição é marcadamente socialista”.

O representante do partido de extrema-direita revelou que, caso seja o futuro Presidente da República, terá critérios claros sobre quando será necessário dissolver o Parlamento: em cenários de corrupção. Ventura avalia que dissolver repetidamente o Parlamento é motivo para “pântano e instabilidade”.

“Peço uma oportunidade para demonstrar que consigo colocar o território em ordem. Se quiserem votar no mesmo estilo de sempre, têm o António José Seguro ou Gouveia e Melo”, declarou o entrevistado.

Ventura está convicto de que chegará à segunda volta das eleições presidenciais, mas que “não alterará o seu discurso”.

“A minha vitória é vencer”, afirmou.

O candidato a Belém comentou ainda a polémica noticiada esta quarta-feira: duas colaboradoras de uma unidade de saúde familiar detidas por autorizarem a entrada de 10 mil imigrantes irregulares no SNS ao longo de um ano e meio.

Ventura sublinhou que anda “há anos a alertar para a pressão da imigração” no SNS, assim como para a corrupção nessa área. O político questionou “o que andam a fazer com o dinheiro destinado à saúde”. Para André Ventura, a Saúde é um “dos setores no país que necessita de um murro na mesa”.

Ventura reforçou que não será Presidente da República para ter “estados de espírito”, mas sim para atender ao que os portugueses pretendem. “Não irei bloquear a governação”, afirmou.

Sobre a criminalidade, o candidato ao cargo de chefe de Estado reiterou, mais uma vez, que “prefere um criminoso morto a um polícia morto” e que a Justiça deve ser célere. Para Ventura, um Presidente “não deve temer represálias”.

André Ventura garantiu que vai comparecer em tribunal para prestar declarações sobre a polémica com os cartazes dos ciganos. “Eu não me quero esconder”, disse.

“Se o tribunal me obrigar a retirar os cartazes que dizem ‘os ciganos têm de cumprir a lei’, acho que estamos a transmitir ao país um sinal péssimo, e mais: vamos enviar à comunidade cigana um sinal de ‘podem fazer o que quiserem, podem continuar no mesmo padrão de impunidade que existe há 50 anos'”, reforçou o dirigente do Chega.

Ventura continua afirmando que o país se preocupa mais com os outros: “se uma pessoa de uma minoria racializada é assassinada, o país para, é um coitadinho, a culpa é nossa (…) se um médico ou um enfermeiro é agredido no serviço de urgências, ninguém quer saber”, afirmou.

“O Cristiano Ronaldo decidiu visitar o presidente americano — pois o homem que era um herói para toda a gente, que é um dos nossos maiores símbolos — como esteve com alguém de quem eles não gostam, já é ‘um indivíduo que não pensa por si’, é ‘alguém sem convicções’, é ‘alguém que se vendeu'”, acrescentou.

Em relação à TAP, André Ventura defende que a empresa aérea deve “continuar a ter uma gestão maioritariamente pública”.

“A TAP é um problema complexo, eu sei que muitos dizem que a solução mais fácil é a venda, estamos cansados de gastar verbas na TAP e de ver tudo cair em saco roto. A TAP tem de devolver aos contribuintes o dinheiro que eles ali colocaram”, declarou o líder do Chega.

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Tags: chega defendedirigenteficarOtabloide PTpaís apodrecerperfilPortugalreforçorevisão constitucionalrobe sentadosofáventura diz
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